Amar ao próximo

Amar ao próximo

Um encontro genuíno com Jesus nos leva amar ao nosso próximo.

Um encontro genuíno com Jesus nos leva a amar o nosso próximo.

Uma vez reconciliados com Deus, aprendemos que Deus é pai e que, portanto, tem filhos. Agora, nessa etapa, nos percebemos cercados por uma família, que é a perspectiva comunitária da igreja.

Não existe cristianismo sem relacionamento e dimensão comunitária, ser cristão é viver em comunidade de fé, onde a regra dos relacionamentos não é o custo benefício e, sim, o amor!

Deus busca um relacionamento com o homem. Isso é uma atitude, um interesse ativo. Para poder realizar seus desígnios, Deus agiu e age. Deus não ficou inerte na tentativa de ter o homem redimido ao seu lado. O grande ato, para isso, é Deus se fazer homem em Jesus Cristo e, voluntariamente, realizou a vontade de Deus, de resgatar a humanidade se oferecendo para morrer na Cruz pelos nossos pecados.

Ao mesmo tempo, Jesus deixou a instrução do que e como devemos agir. O Evangelho de João, no capítulo 4, versículos 20 e 21 é claro ao dizer: “Se alguém diz: “Eu amo a Deus”, mas odeia o seu irmão, é mentiroso. Pois ninguém pode amar a Deus, a quem não vê, se não amar o seu irmão, a quem vê. O mandamento que Cristo nos deu é este: quem ama a Deus, que ame também o seu irmão.”

Desse modo, compreendemos que ao olhar para a dor do nosso irmão, ao amarmos o próximo estamos cumprindo a ordenança divina e, ao mesmo tempo, sendo agente de Deus na vida do próximo, derramando o amor de Deus sobre a vida dele.