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Ministério de Dança IBBR inicia ensaios amanhã

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O Ministério de Dança na IBBR inicia os ensaios amanhã. Neste ano a grande novidade são os grupos organizados por faixa etária. Crianças, Quase Adolescentes e Adultas são convidadas a participar dos ensaios e louvar a Deus através da dança.

Além de adoração e louvor, os ensaios e apresentações também são momentos de comunhão entre as participantes.

Venha ensaiar com a gente! Clique nas imagens abaixo e saiba o dia e horário de cada ensaio.
Esperamos por você.

“E, saltando ele, pôs-se em pé, e andou, e entrou com eles no templo, andando, e saltando, e louvando a Deus.” -   Atos 3:8

A mulher brasileira não está a venda

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Há alguns dias li um texto incrível sobre nós, mulheres brasileiras. Com o movimento de turistas durante a Copa do Mundo, um dos assuntos mais falados e divulgados foi: a famosa mulher brasileira. Assim, como propaganda de qualquer produto no mercado que está pronta para satisfazê-lo, também fomos anunciadas para europeus, americanos, asiáticos.

A Copa do Mundo sediada em nosso país significa mais que jogos, torcida e a vinda de turistas de todos os lugares do mundo. Estes estrangeiros muitas vezes já tem noção do que vão encontrar em nossas terras: futebol, samba, muita festa, povo feliz, caipirinha e mulheres.

A “beleza” e “sensualidade” da mulher brasileira são oferecidas como um atrativo, quase como patrimônio nacional – abstraindo o fato de que somos pessoas e não monumentos arquitetônicos ou cachoeiras. Por muitos isto é visto como motivo de orgulho, mas eu considero perigoso e preocupante que sejamos retratadas para o resto do mundo desta maneira.

Estava na Fan Fest aqui de Curitiba e o clima estava muito agradável, amigável, pessoas de muitos lugares diferentes. Até que em determinado momento comecei a perceber as piadas. “Só vai passar se me der um beijo” – era uma frase muito comum no meio da multidão, dita com sotaque de quem acabou de aprender algumas poucas palavras em português. “Nice body, give me a kiss” – também dito como quem está pedindo uma coca-cola na lanchonete. No clipe oficial da Copa, o foco na bunda de passistas que rodeiam o cantor estrangeiro intensificam a ideia de que o corpo da mulher brasileira existe para ser admirado, está ali à disposição.

Pensando bem, o problema não são os estrangeiros e nem a ideia que eles tem sobre nós. Os turistas que fizeram essas “piadas” na Fan Fest não fizeram nada muito diferente do que os homens brasileiros já fazem todo dia.

Os estrangeiros que compram essa imagem da mulher brasileira e vêm para o nosso país acreditando que estamos aqui para servi-los (inclusive vários deles vindo alimentar uma rede de exploração sexual que vitima crianças e adolescentes) certamente são parte do problema tanto quanto os brasileiros, que consciente ou inconscientemente, reforçam esse machismo que nos despe não só de roupas, mas de humanidade diariamente. Se existimos para satisfazê-los e estamos a disposição, não existe problema em abusar e assediar nossos corpos mesmo contra a nossa vontade.

“É contra esse tsunami de estereótipos que constroem sobre nós e que propagam de todas as formas, em todos os meios, e contra as agressões decorrentes dessas ideias, que temos que lutar diariamente. Temos que afirmar e reafirmar nossa existência como seres humanos diversos, complexos e autônomos. E se escrevemos ou falamos sobre isso, também geramos indignação: afinal, como pode uma mulher existir para escrever algo que não agrade os homens, algo que os faz sentir desconfortáveis por pensarem ou agirem de determinada forma?” Aline Valek

 

Suelen Lorianny é ministra de comunicação na IBBR.
Escreve para o blog toda sexta-feira.

A opinião expressa neste blog é responsabilidade do autor.

Satisfeita em Deus

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Para quem não me conhece, sou uma mulher de 24 anos, solteira e moro com meus pais. Nesta semana eu estou participando de um congresso onde o tema gira em torno da família. Tudo aqui está ligado a família. A maioria das mulheres que vieram participar estão com seus maridos, é raro encontrar alguém solteiro por aqui (o congresso tem aproximadamente duas mil pessoas!). E grande parte das palestras parecem ser voltadas para essas pessoas. Mas não. Elas fazem muito sentido para mim também.

Eu tenho minha família: pai, mãe e um irmão mais velho. Moramos todos juntos. E ao ouvir tanta palestra e pregação sobre família, já me sinto muito grata pela família que Deus me deu. Pude perceber quão estruturada ela é, mesmo com sua bagagem de problemas e momentos difíceis, posso afirmar que tive uma base muito bem fundamentada.

Porém, hoje quero falar sobre o que tenho vivido e ouvido sobre ser mulher solteira na pós-modernidade e o que isso tem a ver com FAMÍLIA.

Sinto que muitas mulheres solteiras que conheço, se estivessem neste congresso, se sentiriam mal, excluídas ou com um vazio, como se estivesse faltando algo. Infelizmente, imagino que esses sentimentos surgem não pelo fato de serem solteiras aos 24 ou 25 anos, mas porque, lá atrás, enquanto cresciam,  foram ensinadas a priorizar seu relacionamento com o homem e não com Deus.

Não estou aqui para julgar e muito menos para me orgulhar em “estar bem e feliz” no meio de tanto casal, até porque só Deus sabe (e ainda bem que só Ele sabe) os desejos do meu coração quanto a ter minha própria família, meu maridinho e futuros filhos.

A diferença é que hoje me sinto completa. Me sinto plenamente satisfeita diante de Deus. Quando penso que  minha vida é para Jesus e somente para Ele, nada mais importa, o que vier é lucro. E acredito que grande parte dessa satisfação devo a minha família e ao que aprendi com ela.

Não estou dizendo que 100% do tempo eu sou 100% satisfeita. Claro que não. O que quero dizer é que nos dias difíceis de acreditar que família é plano primordial de Deus e que Ele preparou isto para mim também, volto para a bíblia e todas as promessas que Ele nos deixou ali. Deus nunca desamparou os seus. Ali, podemos encontrar tantas histórias de pessoas que, aos nossos olhos, nem mereciam e Ele se compadeceu. Jesus se compadeceu pelas mulheres e homens que passavam pelo seu caminho. Por que, então, Ele desampararia o meu coração?

Talvez, hoje, não esteja tão fácil casar e criar uma nova família. Estatísticas nos mostram como as pessoas estão ficando cada vez mais individuais e solitárias. Mas, nós mulheres cristãs, precisamos desacelerar e voltar nosso coração para o que Deus nos chamou para fazer.

Se hoje estou solteira, sei que Ele quer me usar em algo que eu faço melhor solteira, contudo, lembrando sempre que Ele não nos criou para ficarmos sozinhas. Dizem “solteira sim, sozinha nunca”, é verdade! Não desse jeito que subentende-se por aí, mas partindo do pressuposto que Deus não nos quer sozinhas em nenhum momento. Ele nos criou para relacionamentos. Invista tempo nas suas amizades, cuide de outras mulheres e abençoe vidas através da sua vida. Otimize e invista o seu tempo no que é eterno: Deus e pessoas.

Não se perca nas expectativas que o mundo cria em cima de você. Corresponda ao que Deus espera e não ao que o homem espera de você. Não existe uma fórmula, mas eu tenho certeza que você se sentirá amada com um amor que nenhum homem poderá te dar. Quando tomo a decisão de confiar em Deus e me posicionar – sim, isso é uma escolha –, é Ele quem sustenta esta escolha, porque, se dependesse só de mim, haveria dias em que não conseguiria manter a pose.

Por isso, é um privilégio eu ter 24 anos, morar com meus pais, estar solteira e com muitas amigas e amigos para cuidar. No momento em que isso já não fizer tanto sentido para mim e para Deus, é Ele quem vai cuidar de tudo. Se ficou difícil, se os dias não tem sido dos melhores, decida começar de novo. Se relacione, cuide de vidas, invista tempo na sua comunidade e na comunhão com as pessoas ao seu redor. Você só vai vivenciar este privilégio quando se expor à isto.

“Nossa decisão firme é trabalhar com base nesta premissa: um homem morreu por todos. Essa realidade põe todos no mesmo barco. [...] Por causa dessa decisão, não julgamos ninguém pelo o que possui ou pela aparência. Houve um tempo em que julgamos o Messias dessa maneira, e estávamos errados. Não vemos mais assim. Agora olhamos para dentro, e o que vemos é que qualquer um, unido ao Messias, tem a chance de um novo começo e é criado de novo. A velha vida se foi. Uma nova vida floresce! É demais!

Tudo vem de Deus, que nos quer em relacionamento com ele e nos chamou para viver relacionamentos com nossos semelhantes.” 2 Coríntios 5.16-20 (Versão A Mensagem)

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Suelen Lorianny é ministra de comunicação na IBBR.
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Servir com amor é um privilégio

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Nos últimos dias tenho organizando algumas coisas para o Celebrando a Vida de Mulheres que vai acontecer no dias 23, 24 e 25 de maio. Nós, mulheres da IBBR, vamos gravar um vídeo sobre o CV e o nosso ministério. Fiquei pensando qual é o nosso ministério e no que ele consiste.

Não descobri nada muito novo ou diferente do que Deus nos mostra em todos os anos que temos trabalhado para Ele. Só a experiência pode traduzir a honra e privilégio que é servir e amar.

Somos mulheres que buscam conhecer melhor a Deus, nos relacionar com Ele diariamente e servi-lo todos os dias. Mas como temos feito isto?

Estudar sobre serviço, servir às pessoas, é estudar sobre Jesus. Por onde ele passava, ele estava servindo aos outros. Jesus assumiu o título de servo em toda a sua missão. A cena que me vem a mente quando penso em Jesus servindo é ele lavando os pés dos discípulos. Que momento lindo! Que exemplo!

Porém, temos outros exemplos na bíblia e, olha que legal, temos exemplos de mulheres que foram servas e alegraram o coração de Deus com seu serviço. Hoje quero falar de Suzana. Ela não aparece de maneira grandiosa e nem tem um livro só para ela na bíblia. (Ela aparece em Lucas 8.3. Só ali.) Mas no momento em que aparece e através de alguns estudos, podemos perceber a serva que ela foi. Suzana foi uma das mulheres que acompanharam Jesus em seu ministério, de cidade em cidade. Ela se tornou uma líder entre as mulheres que serviam e davam apoio financeiro a Jesus e seus discípulos.

Jesus ama e respeita o ministério feminino e a dedicação que temos em serví-lo. Assim como Suzana se destacou e investiu no Reino de Deus, precisamos descobrir de qual maneira Deus quer nos usar para servir nossas irmãs e irmãos.

Quando olho para o meu dia a dia, visualizo mil oportunidades para servir alguém, a escolha de agir é minha. Só eu posso decidir. A igreja é só mais uma esfera em qual podemos colocar em prática nossas ações, não espere que outras pessoas te procurem ou implorem pelo seu serviço. Seja pró-ativo no Reino. E o Reino vai muito além das nossas quatro paredes dominicais. Ame as pessoas ao seu redor, demonstre o amor de Deus todos os dias da sua semana. Seja uma mulher que reconhece sua responsabilidade. Seja uma mulher que entende a importância do ministério feminino e serve com amor.

Suelen Lorianny é ministra de comunicação na IBBR.
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O que eu aprendi com Ana

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Ultimamente tenho pensado muito sobre oração, sobre leitura diária da bíblia. Algumas pessoas ao meu redor me fazem questionar e enxergar como estão estas duas coisinhas na minha vida. Parece muito simples. Eu preciso orar e ler a bíblia para me relacionar com Deus, foi isso que eu aprendi desde pequena. “Leia a bíblia e faça oração se quiser crescer” – crescer em que? No que? Para que? Essas últimas três perguntas me mostram como eu cresci em idade e já não sou mais aquela criança que cantava, orava e lia a bíblia simplesmente porque ela queria crescer. Não sabia direito em que, no que ou para que, mas ela crescia.

Não vou ser tão má comigo mesma e dizer que parei de crescer porque nos últimos meses (ou anos) tenho relativizado crescimento e relacionamento com Deus. Eu sei que posso me aproximar e relacionar com Deus por outros meios também. Quando amo meu próximo, quando aproveito a natureza, quando passo tempo com minha família. Sei que nestes momentos também estou crescendo e Deus se alegra disso. Mas e orar e ler a bíblia? Onde isto entra na minha rotina? Hoje quero falar somente da oração.

crianca-orandoJá ouvi muitas vezes dentro da igreja aquele comentário: “conhece fulana? Aquela é uma mulher de oração!” E eu fico pensando o que leva alguém a fazer este comentário. Ok, às vezes nós sabemos que uma pessoa ora bastante, gasta horas orando na igreja ou em casa ou, ainda, pelos outros. Mas o que me faz uma mulher de oração? Aquela mesma pessoa “de oração” tem demonstrado crescimento? A medida que eu oro, eu cresço – cresce minha fé, meu amor pelos outros, cresce minha misericórdia, cresce minha compaixão… Será que temos realmente sido mulheres de oração? Temos nos relacionado com Deus de uma maneira tão sincera e humilde ao ponto de crescermos?

Quem me levou a pensar nisto foi Ana. Ana, esposa de Elcana, mãe de Samuel. Logo no começo do livro de 1 Samuel podemos ver que Ana orou mesmo quando estava amargurada e chorava abundantemente diante de Deus. Mesmo assim, ela orava. E o que me chama atenção são os versículos 12 e 13:

Demorando-se no orar perante o Senhor, passou Eli a observar-lhe o movimento dos lábios, porquanto Ana só no coração falava.” (1 Samuel 1.12 e 13)

Ana orava no coração e só Deus sabia de sua angústia, sabia do seu pedido, sabia da sua oração. Eli quando a observou chegou a pensar que ela estava embriagada, pois só mexia os lábios, não saía voz. Eu espero ser mais como a Ana. Que mesmo desanimada, mesmo nos dias amargurados e sem muita esperança, cresce. Cresce ao colocar seu coração nas mãos de Deus e não ter medo em ser sincera e ousada.

Quando não se tem vontade de orar, de separar um tempo no meio da correria do dia, só você e Deus, que nestes momentos sejamos sábias e coloquemos com sinceridade nossos corações aos pés de Jesus. Sem medo de chorar, sem medo de assumir que queria estar fazendo tantas outras coisas e não é fácil parar o ritmo frenético. Aprendi com um amigo que a sinceridade na minha conversa com Jesus vai me fazer não querer mais parar de conversar com Ele. E é verdade.

Depois de aprender isto com Ana, no versículo 18 ainda do capítulo 1, diz assim: “…e o seu semblante já não era mais triste”. Ana foi sincera, Ana colocou seu coração aos pés de Jesus, teve fé e foi ousada para pedir o que desejava. Ao mudar de semblante eu vejo o crescimento dessa mulher. E, assim, eu lembro novamente da música “leia a bíblia e faça oração se quiser crescer”.

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Quantas mulheres eu conheci

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Gosto de pensar em referências. Se hoje eu sou uma mulher assim – jornalista, cristã, engajada, que gosta de viajar, estudar, ler, dormir, sair com os amigos –, provavelmente tive algumas mulheres durante a minha vida que me inspiraram a ser assim. Vejo que sou um pouco de muitas mulheres. Minha mãe me influenciou ao ir para igreja, Simone Beauvoir é minha influência para me posicionar na sociedade, algumas amigas me influenciaram nos estudos e na importância da leitura diária. Sem contar as autoras ou personagens que foram essenciais na minha formação.

Ainda admiro muitas mulheres. Ainda quero ser um pouco de tantas. E não é negar minha própria identidade ou simplesmente querer copiá-las, mas buscar aprender com quem me mostra particularidades tão bonitas no viver.  Quero poder ser uma boa mãe como a Rafaela, quero saber argumentar como a Luma, quero amar meus filhos como minha mãe, quero não aceitar injustiças como a Aline, quero ter coragem e compaixão como a Madre Tereza, quero amar meu futuro marido como a Carol, quero me vestir como a Jessica, quero saber aproveitar meus momentos sozinha como a Flavia, quero escrever como a Clarice. Essas são algumas mulheres que eu pude conhecer pessoalmente – tudo bem, a Clarice eu só conheci em uma peça sobre a sua vida, mas a atriz Beth Goulart interpretou tão bem, que até parecia a própria autora falando de suas poesias – e foram extremamente influentes para mim.

Mas hoje eu queria falar sobre mulheres que eu não conheci, que eu não pude abraçar, que eu não pude encontrar para contá-las como foram especiais e fazem diferença na minha vida. Vou falar da Ana, Rebeca, Rute, Maria, Dorcas, a samaritana, a viúva pobre, Ester, Miriã, Raabe, Eva. Escreverei sobre cada uma durante as minhas publicações por aqui. No entanto, hoje quero somente agradecê-las. Agradeço pela participação que tiveram na história, por terem nos representado enquanto mulheres de uma maneira tão bonita, tão forte, tão sutil, tão sábia. Com a leitura dos evangelhos é possível resgatar o protagonismo de algumas mulheres na vida de Jesus, com a leitura do antigo testamento, podemos resgatar a atuação essencial das mulheres antes da vinda de Jesus também. Desde o início, desde gênesis.

Muito obrigada pela coragem que tiveram ao fazer história, ao se disporem. Espero, um dia, também ter um pouquinho de vocês em mim.

Suelen Lorianny é ministra de comunicação na IBBR.
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Um novo blog, novas blogueiras e uma nova consciência

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Vários questionamentos, diversas necessidades, uma cabeça diferente. Os direitos das mulheres, a luta contra a violência e tantos esforços para sermos respeitadas.

Desde pequena eu percebo isto quando se fala das mulheres. Mulheres possuem seus mil questionamentos, suas milhares de necessidades e ainda com uma cabeça um pouco mais complexa. Ouço das histórias de mulheres que lutaram por liberdade, outras que ainda buscam uma posição digna e procuram alcançar lugares jamais alcançados por nós.

Mas depois de algum tempo tentando entender o que nos fez “menores” na sociedade em que vivemos, percebo que fomos nós mesmos. Homens e mulheres que criaram essas diferenciações. Nós mesmos que aceitamos e engolimos o que nos foi posto como normal. Quando volto para a bíblia e para o meu maior exemplo, Jesus, vejo como essas diferenças não existem. Fisiologicamente sim, claro, somos diferentes. Mas apenas isto.

Jesus tratava homens e mulheres da mesma maneira. Jesus curava, amava, ensinava, conversava com todos. Onde estavam os rejeitados e excluídos, lá Ele estava.

Infelizmente nós nos esquecemos de seguir o exemplo deste homem. Esquecemos de amar como Ele amou. Transformamos a terra em um lugar cheio de preconceitos, ignorância e maldade. Porém, lá no fundo, eu ainda acredito que com pequenos passos podemos mudar o mundo ao nosso redor.

Este blog é um dos pequenos passos. Vamos começar com 3 blogueiras: Clarissa Saldanha, Daniela Gomes e eu, Suelen Lorianny. Está página é um espaço para falarmos sobre o amor de Jesus e sobre as mulheres. Vamos falar das mulheres da bíblia e das mulheres de hoje. Vamos falar do que Jesus fez e nos conta através da bíblia e o que ele faz hoje. Queremos fazer deste espaço um lugar que ajuda mulheres e homens, que traga ensinamentos e consciência.

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