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Esse mês tem Festa de Passagem da Rede de Crianças

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O que é a FESTA DE PASSAGEM? É o momento que nós comemoramos juntos a passagem de uma fase na vida das crianças da nossa rede. Muitas mudam de tapetinho, outras vão para os QA’s (Quase Adolescentes) e, assim, nós ficamos felizes com o crescimento delas em nossa comunidade.

Quando? 30 de julho às 19h.

Contamos com a sua presença! Esta é um momento muito especial para as nossas crianças.

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Oficina da Pipa com seu melhor amigo – Crianças IBBR

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Para comemorar o dia dos pais, Crianças IBBR irá realizar uma Oficina da Pipa para pai e filho passarem uma manhã divertida juntos. Todos irão montar a pipa juntos na igreja para depois poderem brincar.

As crianças devem vir acompanhadas do pai ou responsável, seja ele um tio, avô ou amigo mais velho.

Confira todas as informações na imagem abaixo. Qualquer dúvida entre em contato com Fernanda Bueno pelo e-mail: ferbueno@ibbr.org.br

Oficina da PIPA

As inscrições para o Acampamento Infantil estão abertas

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Quer que seu filho (a), irmão ou irmã mais nova, sobrinho (a), vizinho ou papagaio, entre 4 e 11 anos de idade, desfrute de um final de semana cheio de diversão, novos amigos e muito aprendizado?

Faça a inscrição para o Acampamento Infantil com Fernanda Almeida. Confira todas as informações abaixo.

Qualquer dúvida, enrte em contato conosco e acompanhe as novidades na página das Crianças IBBR. Você não pode perder essa!

Acampamento

Ame seus filhos, demonstre este amor

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Quando lemos em Mateus 18:1-7, encontramos um modelo de criança no qual Jesus disse para nos tornarmos. Uma criança pura, modelo para a humanidade, onde Jesus é identificado, onde encontramos o mais sincero amor. Mas será que hoje podemos encontrar essa criança que Jesus usou como modelo aos seus discípulos para exemplificar quem seria maior no Reino dos céus? Hoje vemos notícias nos jornais de crianças que são modelos de vida para a sociedade?

Meu coração entristece e chora ao saber que nossas crianças estão perdendo sua essência. Como uma criança mata o pai, corta a cabeça fora e sai andando com ela nas mãos? Eu não estou falando de um filme de terror, meus queridos, estou relatando fatos que ocorreram recentemente! E, vendo isso, muitos devem perguntar: “Onde foi que seus pais erraram?”.

Você pode não encontrar essa criança “monstruosa” dentro da sua casa. E espero que nunca encontre! Você pode se sentir aliviado em pensar que jamais seu filho se pareceria com uma criança assim. Porém, vivemos em uma sociedade que caminha cada vez mais para essa realidade pela falta de estrutura, preocupação e envolvimento das famílias. E nunca conseguiremos reconstruir esta sociedade cruel sem investimos na vida das crianças.

Se vocês, pais, esperam um futuro melhor para seus filhos, comece-o vivendo hoje!

Lá fora, se encontramos crianças que vivem um presente destruído, é porque elas já passaram por um passado pior ainda! Não permita que a infância de seus filhos seja bruscamente amputada. Não deixe que sua essência, sua pureza, o modelo que Jesus nos deixou se perca. Lute por isso! Lute por eles!

Ivone Botelho, em uma palestra, apresentou um modelo ideal de família. Veja abaixo uma breve relação de algumas necessidades básicas da criança. Gostaria que refletisse comigo em cada item.

  1. “Toda criança necessita de pais ajustados emocionalmente e espiritualmente, que amem e demonstrem este amor aos seus filhos.”

Como está sua vida emocional e espiritual? Que exemplos seus filhos têm visto em seu relacionamento com Deus e com o próximo? Reconheça perante eles que você erra, fica preocupado, triste, zangado e saiba pedir perdão também.

  1. “Toda criança necessita de pais amorosos, presentes e relacionais.”

Quanto tempo você tem separado para brincar, conversar e se interessar pela vida de seus filhos? Você é amigo(a) de seus filhos? Seus filhos sabem e sente que você os ama? Verbalize seu amor!

  1.  “Toda criança necessita de casa, comida, vestimenta.”

Você tem proporcionado aos seus filhos aquilo que eles realmente necessitam, ou aquilo que você compensa pela falta de tempo ou carinho? Por outro lado, o quanto nos importamos com as crianças que não sabem direito o que é isto? Nossas crianças sabem repartir o que tem?

  1. “Toda criança necessita ser significante, ter valor, senso de dignidade.”

Um dos maiores erros da igreja é pensar que “as crianças são a igreja de amanhã”, e erram muito mais os pais que preferem não dar o devido valor aos seus filhos, porque eles “ainda” são pequenos. Valorize o que há de melhor em seus filhos, mostre-os o quanto você os admira e aprende com eles.

  1. “Toda criança necessita de limites e disciplina.”

O amor exige disciplina. Não quero entrar na discussão se usa a vara, castigo, ou uma franca conversa. Apenas faça. Com muito amor, é claro!

  1. “Toda criança necessita conhecer a Deus.”

Como eu disse no post anterior, ande com ela NO caminho e não apenas aponte o caminho. Na IBBR, temos oferecido de diversas maneiras oportunidades para as crianças crescerem e conhecerem a Deus. Mas nós apenas fazemos parte do processo, pois vocês, pais, foram escolhidos para essa missão tão linda de apresentar-lhes Deus!

Não vamos permitir que nossas famílias sejam atingidas por essa mancha do pecado que tem rodeado a sociedade. Vamos lutar contra isso. Vamos combater essa realidade tão triste. Nós temos o dever de fazer diferente!

“Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus”. Mateus 5:16

Fernanda Bueno é ex-ministra do Ministério Infantil da IBBR.

A opinião expressa neste blog é responsabilidade do autor.

Maria e José – pais exemplares

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Estive em Águas de Lindóia – SP participando do 41º Encontro da Sepal para pastores e líderes. Deus me presenteou com aquela semana através do investimento da minha igreja e estou muito feliz com esta oportunidade!

O tema deste ano foi “Uma igreja chamada Família”, e entre diversas palestras, seminários e pregações, gostaria de compartilhar um dos temas que falou ao meu coração.

José e Maria. O que podemos aprender com este casal? Pais que muitas vezes passam despercebidos de nossos olhares quando estudamos e contemplamos o nascimento de Jesus. Em Lucas 2 e Mateus 1 temos registrado este acontecimento tão maravilhoso e marcante para a história da humanidade.

Foi no seminário de terça-feira, com a Ivone Botelho que eu tive a oportunidade de aprender um pouco mais sobre este modelo de pais e sei que você também poderá aprender e aplicar na sua vida.

Se nos colocarmos na situação deles, logo percebemos que não foi tão fácil e cinematográfico como as ilustrações e filmes nos mostram. As mulheres que adulteravam naquela época, cometiam um crime e deveriam pela lei serem apedrejadas como punição, mas José sabia muito bem que não havia tido relações íntimas com sua noiva. Ele deve ter se sentido confuso, envergonhado, humilhado, mas confiou plenamente na provisão de Deus. Maria sentiu-se privilegiada, pois sabia que aquele filho era especial, mas também tinha consciência de que este filho não era dela.

AMOR e ACEITAÇÃO. São as primeiras coisas que podemos aprender com estes dois. Mesmo não sendo filho deles, José e Maria amaram e aceitaram Jesus como seu filho e cumpriram com excelência a missão dada pelo Senhor. Sejam fiéis e zelosos na responsabilidade dada por Deus em criar e instruir seus filhos. Aceite e valorize as diferenças de cada criança, lembrando-se que se Deus os criou, somente Ele é quem possui a fórmula! Busquem sempre no Criador a sabedoria que vocês precisam.

EDUCAÇÃO. Eles educaram Jesus nas Escrituras Sagradas. Transmitiram os valores da Palavra de Deus ao coração daquela criança. Jesus foi um homem perfeito, mas antes disto ele era uma criança e precisou de cuidados básicos que toda criança precisa. Muitos dos pais hoje, infelizmente entregam seus filhos às escolas e igrejas para que eduquem seus filhos. Queridos, a responsabilidade é sua e só terá eficácia na vida de seus filhos se eles enxergarem em você as palavras que diz.

Em Provérbios 22:6 “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.” A Bíblia diz para que você eduque seus filhos NO caminho, isso implica em você pegar na mão dele e caminhar junto, não apenas apontar o caminho. “Criança ouve com os olhos” (Pr. Neil Barreto).

CONFIAÇA. José e Maria sabiam que Jesus era uma criança especial, mas não tinham ideia do quanto e como ela era. Mas eles confiaram em seu filho. Depositaram nele a esperança de que um dia Jesus se tornaria um homem bom e que cumpriria sua missão. Lembram-se de quando seus pais perderam Jesus em Jerusalém e muito (mas muito mesmo) tempo depois foram acha-lo no templo? Quando o encontraram, Jesus estava no templo sentado entre os mestres. Imagino que eles não sentiram a ausência de Jesus nos três dias de viagem simplesmente porque eram desligados. Eles confiavam tanto em seu filho que nem se deram conta da sua ausência no trajeto (levando em conta o contexto das viagens daquela época). Instrua seus filhos, deem responsabilidades e demonstrem que vocês confiam neles sempre que possível.

RESPEITO e AMOR. Duas palavras que poderiam mudar a história da humanidade. Se dentro das famílias nossas crianças recebessem de maneira clara o amor e fossem respeitadas, muitas delas não se tornariam “órfãos de pais vivos”.

Amar seus filhos, talvez para vocês pais, isto seja óbvio. Mas seus filhos sabem disto? Sabem todos os dias o quanto vocês os amam e sentem-se felizes por estarem na vida de vocês? Somos falhos muitas vezes em expressar nosso amor ao partir do princípio que o outro já sabe. A criança precisa saber disto claramente através do abraço, do beijo, do colo, do cafuné e verbalmente.

“José e Maria foram pais que amaram a Deus verdadeiramente. Pais que amaram um ao outro. Pais que amaram seu filho.” (Ivone Botelho)

 

Fernanda Bueno é ministra do Ministério Infantil da IBBR.
Escreve para o blog toda quinta-feira.

A opinião expressa neste blog é responsabilidade do autor.

Aos voluntários do ministério infantil

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Desde que comecei a escrever no blog da IBBR, compartilho meus pensamentos sobre as crianças e suas famílias. Construindo e desconstruindo ideias, abro meu coração e divido minhas experiências com Deus e com a vida.

Hoje quero falar diretamente aos voluntários do Ministério de Crianças. Quero dizer algumas coisas que tenho aprendido e que me fizeram repensar na minha postura como serva de Deus e ministra do evangelho na vida das crianças.

No último final de semana, participei de um treinamento para líderes e professores de crianças com uma pessoa muito querida chamada Ákila. Em poucas horas que passamos juntas, senti claramente seu amor, zelo e compromisso pelo que faz. Pode ser que não nos encontremos mais, mas suas palavras sacudiram minhas ideias e me fizeram entender que está na hora de fazermos diferente.

Se você é voluntário do Ministério com crianças, já posso imaginar que pelo jeito gosta de crianças não é? Bom, espero que sim!

Mas digo a você que gostar não é o suficiente. É preciso AMAR! E temos muito que aprender com Jesus sobre esse amor verdadeiro. Um amor que se entrega, sacrifica, se dedica, acolhe, ensina, compadece! Seriam tantos adjetivos que uma página inteira não seria suficiente.

Em Romanos 10:14, na versão da minha cara amiga Ákila diz assim: “Como as crianças serão ministradas se não há quem se comunique de modo que elas entendam?”

Como as crianças conhecerão a Deus se dentro de casa e na igreja não forem orientadas? Disse no post anterior que a família tem esse papel, mas nós, ministros de Cristo também temos nossa responsabilidade em direcionar a criança e apresentar-lhe Jesus de uma maneira que elas entendam.

E como você líder e professor tem feito isto? Como você tem se preparado para ser relevante nos minutos que passa junto com sua turma semanalmente? Como seu coração entra em sala de aula? O quanto tem se dedicado à lição da semana seguinte?

Você tem amado verdadeiramente suas crianças? Tem orado por elas? Sabe o nome de todas e quem são seus pais? Sabe o dia do aniversário delas? Conhece a história de cada uma?

Não seja apenas um professor, pastoreie a vida destes pequenos. Não lembre deles somente no domingo, mas se importe com suas vidas além das paredes da igreja.

Além de amar, devemos nos dedicar a ensinar as crianças. E foi com Esdras (através da Ákila no treinamento), que percebi que estava fazendo algo errado. Achava que se eu separasse o sábado inteiro para estudar e me dedicar exclusivamente à lição de domingo, estava fazendo certo.

Mas veja o que diz em Esdras 7 versículo 10: “Pois Esdras tinha decidido DEDICAR-SE A ESTUDAR a Lei do Senhor e a PRATICÁ-LA, e a ENSINAR os seus decretos e mandamentos aos israelitas.”

Como posso aprende e praticar de um dia para o outro? Foi então que descobri como era importante eu estudar no início da semana o assunto da próxima lição. Se minha agenda não permitisse sentar para estudar, que pelo menos eu soubesse do assunto e o texto que usaria. Assim teria uma semana inteira pra orar, refletir e praticar na minha vida!

Simples não é? Então por que sempre deixamos para a última hora? Por que somos tão dedicados ao nosso trabalho “secular” e esquecemos do nosso ministério?

Está na hora de repensarmos sobre isso. Esta na hora de ensinar estas crianças algo que vivemos e praticamos. E fazermos com excelência, para que elas cresçam e aprendam a importância que isto tem.

CONHECER, PRATICAR e ENSINAR. São três ações que Esdras me ensinou. E que hoje gostaria que aprendesse também. Mas lembre-se sempre, que nada disto terá resultado se o seu AMOR pelas crianças que ensina não for o maior motivo de se dedicar ao ministério infantil!

Louvo a Deus pela vida de cada um. E meu coração se enche de alegria em saber que estamos caminhado juntos.  Sei que Deus os ajudará a fazer diferença na vida das crianças que passarem por vocês!

Fernanda Bueno é ministra do Ministério Infantil da IBBR.
Escreve para o blog toda quinta-feira.

A opinião expressa neste blog é responsabilidade do autor.

De geração em geração

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“Amem o Eterno, o seu Deus, de todo o coração. Amem o Eterno com tudo que há em vocês e com tudo o que vocês são!”

Escrevam no coração os mandamentos que estou transmitindo a vocês. Apropriem-se deles e levem seus filhos a se apropriar deles. Que eles sejam o assunto de sua conversa, onde quer que vocês estiverem – sentados em casa ou andado pela rua. Que eles sejam repetidos desde a hora que se levantam, de manhã, até a hora de cair na cama, a noite. Que eles estejam amarrados na mão e na testa de vocês, como lembretes, e até escritos nos batentes da porta das casas e nas portas das suas cidades.”

Deuteronômio 6:5-9 (versão A Mensagem)

Já fui à igreja aproximadamente 1.600 domingos (o Google me ajudou chegar nesta conclusão…rs). “Caramba!” Você deve ter pensado. Pois foi exatamente o que eu pensei na hora em que fiz os cálculos.  São tantos que eu nem me lembro do milésimo domingo! São tantos que eu nem me lembro direito o que foi dito pelo pastor no primeiro culto deste ano!

Se não fosse pela tecnologia e a praticidade dos cultos on-line, eu certamente nunca mais me lembraria das pregações que foram feitas nos últimos domingos. Não lembraria o título da mensagem, do texto bíblico ou a música que encerrou o culto. Não lembraria a cor da camisa que o pastor usou e nem se sentei nas cadeiras da frente ou atrás.

Não me lembro de muita coisa (ou quase nada), mas lembro do quanto aprendi, cresci e como cada palavra ouvida penetrou meu coração. Lembro que Deus falou comigo e de como saí daqueles cultos sempre com o desejo de fazer diferente, de ser mais parecida com Jesus.

Além do que ouvi nas palavras do meu pastor, eu vi o homem que ele era, seu caráter e seu amor pelas pessoas. Vi seu desejo de nos ensinar e seu compromisso com o Senhor. Isso sim ficou registrado em minhas lembranças e sei que daqui mil domingos continuarei lembrando.

fotos_6040_geracoesSabe por quê? Porque aprendemos mais com a vida das pessoas do que com o que elas dizem. O que fica gravado no nosso coração são os exemplos que recebemos. Palavras só fazem sentido e marcam vidas quando são aquilo que somos e fazemos.

A criança só aprenderá amar a Deus se enxergar em seus pais ou adultos que fazem parte do seu convívio, fazendo isto. Amará o próximo, se através de um adulto experimentar este verdadeiro amor.

A bíblia nos ensina a valorizar a criança (Mateus 19:14), mostra o dever dos pais a ensinarem seus filhos como em Deuteronômio 6 e também a não desprezá-los (Mateus 18:10-14). Os hebreus levavam isto muito a sério e hoje são modelos para nós. Eles transmitiam suas heranças históricas e instruíam a criança desde cedo na adoração ao Senhor. Desde o levantar até o deitar, o amor pelo Senhor era transmitido de geração em geração. Era o assunto da conversa. Em casa ou na rua. Na igreja e fora da igreja. Vivido diariamente e não somente dito ou escrito.

Se hoje eu amo o que faço e me sinto tão realizada servindo a Deus, se procuro amar o meu próximo como gostaria de ser amada, saiba que não foram pelas quase 1.600 pregações (chutando por baixo) que moldaram minha vida e meu caráter. Foram exemplos de vida que me mostraram a alegria e o privilégio de servir a Deus. O exemplo dos meus pais que me fez entender o significado de ser cristão.

Pais, sintam-se desafiados a serem o cristão que desejam que seus filhos se tornem! Lembrem-se que não basta trazer seu filho regularmente ao culto infantil ou presentea-lo com uma bíblia nova. Se esperam que seus filhos se tornem discípulos de Jesus, comece discipulando-os.

Mostrem através DE SUAS VIDAS o que diz em Mateus 22: 37-40: “Ame o Senhor Deus com toda a paixão, toda a fé e toda a inteligência. ’ Esse é o mais importante, o primeiro de qualquer lista. Mas há um segundo, ligado a esse: ‘Ame o próximo como a você mesmo. ’ Esses dois mandamentos são como elos de uma corrente: tudo que está na Lei de Deus e nos Profetas deriva deles.” (versão A Mensagem)

Fernanda Bueno é ministra do Ministério Infantil da IBBR.
Escreve para o blog toda quinta-feira.

A opinião expressa neste blog é responsabilidade do autor.

Parábolas: ensino para a vida

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Neste mês de março no culto da noite, as crianças de 4 a 10 anos, estão tendo a oportunidade de aprender através de várias parábolas, verdades que ficarão para sempre em seus corações. Lições que eu gostaria de ter ouvido quando pequena. Lições que você também gostaria de ter aprendido antes. Lições que teriam poder de mudar o contexto em que vivemos se fossem aplicadas desde cedo em nossas vidas.

Com a parábola das ovelhas e dos bodes (Mateus 25:31-46), elas aprenderam que Deus quer que nos importemos com os outros ao invés de nos preocuparmos somente conosco. Com a parábola do rico tolo (Lucas 12:16- 21), as crianças aprenderam a estar sempre prontas a repartir com os outros o que elas tem.

Em Mateus 20:1-15, na parábola dos trabalhadores na vinha, elas viram o que a inveja pode fazer e o quanto ela nos prejudica. Na parábola dos lugares no banquete de casamento ouvirão neste próximo domingo sobre orgulho e humildade. Encerraremos o mês falando sobre o perdão, com a parábola do servo que não perdoou (Mateus 18:23-24).

Jesus sempre usava histórias chamadas de parábolas para comunicar verdades aos seus ouvintes. E, hoje, nós as contamos para as crianças na esperança que elas não somente ouçam, mas vivam para sempre estas verdades da Bíblia.

Pensar no outro, ser humilde, generoso, estar feliz com o que você tem e perdoar, são atitudes que aprendemos com Jesus e somente através do amor que recebemos Dele conseguiremos ser diferentes. Assim como as crianças estão aprendendo com estas parábolas preciosas, que você também gaste um pouquinho do seu tempo aprendendo e revendo o seu estilo de viver e pensar.

“Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos outros.”

Filipenses 2:4

Fernanda Bueno é ministra do Ministério Infantil da IBBR.
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A opinião expressa neste blog é responsabilidade do autor.

Meninos X Meninas

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Separei esta semana para organizar os brinquedos do Ministério Infantil da IBBR. Comprei vários caixotes de feira e espalhei todos os brinquedos no chão para classificá-los e guardá-los de acordo com a faixa etária e sexo. Me vi, então, com uma cena que inquietou meu coração e que me fez refletir sobre o que estou escrevendo hoje.

Porque separamos os brinquedos de meninas e meninos? Onde está escrito que meninos usam azul, brincam de carrinho e jogam bola e que meninas usam rosa, brincam de boneca e casinha? “As brincadeiras de menino, em geral, envolvem atividades ao ar livre, como bicicleta, pipa ou skate. As meninas brincam de casinha. Isso é comum porque, antigamente, era papel do homem sair de casa para trabalhar, enquanto às mulheres, cabiam os cuidados com o lar”, constata a pedagoga Maria Angela Barbato Carneiro, coordenadora do Núcleo de Cultura, Estudos e Pesquisas do Brincar da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Na minha época foi assim… e da minha mãe, da mãe da minha mãe e por assim vai! Crescemos com este conceito de separação e exclusão nas brincadeiras de criança. Não é errado separarmos as brincadeiras, mas sim repreendermos a criança quando ela se interessa pelo brinquedo do sexo oposto reforçando esse preconceito.

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Não quero que saiam comprando bonecas para seus filhos e nem carrinho para suas filhas. Mas o menino que brinca com boneca, pode muito bem desenvolver ali sua paternidade, seu afeto por uma criança e desconstruir o paradigma que fogão e vassoura são coisas de menina. Pintar, desenhar, dançar e brincar de massinha desenvolve a coordenação motora e estimula a criatividade. A menina que joga bola, brinca de lutinha e solta pipa pode também desenvolver sua aptidão para esportes, agilidade, noção de espaço e desenvoltura.

Mas, maior que os objetos (neste caso os brinquedos), a influência de pessoas, os papéis exercidos no desenvolvimento da criança são motivos para nos preocuparmos. Se o garoto brinca de fazer comida, se a menina brinca com espada, se eles se juntam para brincar de casinha como papai e mamãe, seus filhinhos usam sua imaginação para a diversão. Saiba que além da panela e a espada, o seu papel, enquanto pais na vida dela é que fará diferença.

Papais, que tal sentar na sala com sua filha para brincar de casinha, dar comidinha e trocar a fralda da boneca? Mamães, o que acham de jogar bola lá fora e brincar de lutinha na cama com seu filho? Pense um pouco diferente e faça diferença na vida destas crianças!

Fernanda Bueno é ministra do Ministério Infantil da IBBR.
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No caminho que deve andar

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Recentemente postei na página do Ministério Infantil IBBR um artigo sobre “10 dicas para educar seu filho para o futuro profissional” (http://educarparacrescer.abril.com.br/). Lendo o texto, fiquei pensando se assim como os pais se preocupam com o futuro profissional de seus filhos, também se preocupavam e estavam dispostos a investir no futuro do envolvimento e amor das crianças por sua igreja.

Lembro-me de quando era pequena e dos momentos que passava na igreja. Os dias de almoço e reunião da liderança eram ótimos motivos para eu me aventurar e explorar aquele lugar tão gostoso enquanto esperava minha mãe. De exploradora passei a ter compromissos como secretária dos juniores e, logo adiante, líder de um pequeno grupo de adolescentes. Em seguida, fui escalada como auxiliar do cultinho infantil e por aí vai.

Tenho quase certeza que minha mãe não leu um artigo dizendo “10 dicas para educar seu filho a ter compromisso com a igreja”, mas sempre senti a sua preocupação em me mostrar a importância de pertencer a uma igreja – diferente de estar em uma igreja.

Hoje me preocupo quando vejo algumas crianças indo para igreja sem saber o real motivo de estarem lá. Pior ainda quando sinto que seus próprios pais ainda não entendem isto. Entristeço-me em ver a falta de compromisso que as famílias estão deixando de herança para nossos pequenos.

Não pretendo listar 10 dicas para fazer com que seu filho(a) ame a igreja e tenha um coração de servo. Primeiro, porque ainda não sou mãe e corro um grande risco em me basear na teoria que as vezes não conseguimos viver na prática. Segundo porque entendo que não seriam regras que os levariam a este amor.

Minha intenção hoje é fazer com que você reflita no que tem vivido e transmitido aos seus filhos. Saiba que eles apenas reproduzem o que estão vendo em você! Se vir a igreja é um ato mecânico, sem amor; se há pessoas precisando da sua ajuda, mas você tem outros compromissos mais importantes que o Reino de Deus; se você pensa que deixa seu filho na “classinha” apenas para que alguém cuide, tenha certeza que ele fará disto um exemplo e este ciclo talvez nunca acabe.

Servir a Deus é uma consequência do amor e compromisso que temos com o Senhor. Seus filhos farão isto se virem em você atos de amor e serviço pela igreja. Se eles sentirem que seus pais pertencem a uma família chamada igreja – que vai muito além das quatro paredes –, crescerão defendendo esta causa e sempre se lembrarão do exemplo que viram em vocês!

Se hoje eu amo tanto o que faço e tenho prazer em fazer parte da família IBBR, devo muito ao exemplo de vida, servindo o Reino de Deus, que minha mãe me deu.

“Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele.” Provérbios 22:6 (NTLH)

 Fernanda Bueno é ministra do Ministério Infantil da IBBR.
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