2015 novembro

Primeira edição de PodCast IBBR já está no ar

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Com a intenção de promover o debate e reflexão, foi produzido o primeiro podcast IBBR com o tema: Tendências e vozes proféticas na mundo gospel. A gravação contou com a participação do Pr. Osmar Gomes e Pr. Cristiano Fiori Zioli.

A proposta é que a cada mês um novo podcast vá ao ar. Para isso, contamos com o envolvimento de todos os interessados. Quem idealizou o projeto aqui na IBBR foi o membro Isaías Oliveira, também colunista em nosso site.

Para ouvir a primeira edição do PodCastIBBR clique na imagem abaixo e se divirta:

MARCA 3

Rótulos

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Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 2ª Coríntios 5:17

Se existe uma coisa complicada nessa vida é se livrar dos rótulos. As pessoas são, em geral, deterministas. Se você reagiu de um modo em certa ocasião, as pessoas acham que vai continuar agindo da mesma forma em todas as ocasiões. Você certamente já ouviu alguém dizer “fez isso e agora quer dar uma de santo”, como se alguém não pudesse se arrepender e começar a fazer as coisas certas.

Se isso é ruim, muito pior é quando a pessoa se convence de que os rótulos são mesmo dela, como se eles fizessem parte da sua natureza e fosse impossível removê-los. Isso é bem comum, muitos de nós já nos sentimos gravitando ao redor de um destes rótulos, abominando-o e sentindo-se incapaz de se desfazer dele. Uma amarra psicológica! Mas uma coisa são os comportamentos de uma pessoa, outra bem diferente é a pessoa em si.

amorÉ um tema central da vida cristã que em Cristo somos novas criaturas. O que fomos não importa mais, agora somos vistos pelo que Ele fez em nós. Isso não significa que não vamos ser tentados por comportamentos enraizados em nossos costumes, por padrões ancorados na nossa mente. O que não devemos é aceitar esses rótulos como parte de nós. “Tudo se fez novo” e é necessário que andemos “em novidade de vida” (Romanos 6:4).

Você não deve carregar todos esses rótulos. Você também não deve utilizar esses rótulos como desculpa para não mudar. Não diga “eu sou assim mesmo” ou “eu não posso mudar o que sou”, pois em Cristo você já é uma pessoa renovada. Você não é “duro”, “iracunda”, “obstinado”, “fácil”, “mentirosa”, “falso”…

Do mesmo modo, você precisa se esforçar para não ver as pessoas por esses rótulos, “a ninguém mais consideramos do ponto de vista humano” (2ª Coríntios 5:16). Essa é a ideia por trás do “não julgueis”, pois em Cristo não existem mais estereótipos, Ele é tudo em todos(Colossenses 3:11). Os comportamentos devem ser vistos, e combatidos, se for o caso, pelo que eles são, comportamentos. Comportamento não é personalidade, é ação e escolha. As pessoas precisam entender que elas não são predestinadas a agir de certo modo, mesmo que elas sintam vontade de agir assim.

Jacó recebeu seu rótulo (Genesis 25:26) no nascimento, “aquele que segura pelo calcanhar”. E seu nome soa, em hebraico, muito parecido com “enganador”. Imagine o que significava carregar um rótulo desses? E esse rótulo acabou por influenciar boa parte da vida adulta desse patriarca. Se ele era o “enganador”, por que agiria de outro modo? Mas ele teve um encontro com Deus (Genesis 35:10), e “tudo se fez novo”, a começar pelo seu nome.

Deus nos promete um novo nome (Apocalipse 2:17), um nome que realmente seja parte de nós no lugar dos nomes que temos hoje ou dos rótulos que vamos recebendo durante a vida.

Não carregue cargas que não precisa, nem as coloque sobre os ombros dos outros.

Somos novas criaturas, os rótulos, novos e velhos, já passaram!

Isaías Oliveira é membro na IBBR.
Escreve para o blog semanalmente.

A opinião expressa neste blog é responsabilidade do autor.

Que ganho com tanto trabalho?

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“O que o homem ganha com todo o seu trabalho em que tanto se esforça debaixo do sol? Eclesiastes 1:2

Eclesiastes é o livro da conversa sincera, dos olhos nos olhos. O “Kohelet”, título hebraico da pessoa que faz os discursos, cria sua filosofia desconstruindo para reconstruir. Atenção! Você não deve se aproximar deste livro com ideias preconcebidas. Com o Eclesiastes é assim, você chega, se senta à mesa e espera até que ela esteja posta. A crueza do livro choca, e alguns até veem cinismo nele.

É certo que os primeiros discursos elencam todos os “negativos” da vida, de como as coisas são transitórias e efêmeras se comparadas à outra realidade além dos olhos. Porém os negativos não estão ali para chocar nem dar uma visão pessimista da vida. Eles nos ensinam.

O pregador nos diz que todo o nosso trabalho para pouco serve, é coisa transitória. Construímos uma casa, e logo ela começa a se deteriorar, e com isso vêm as constantes manutenções. Nada do que fazemos permanece.

o-WORKAHOLIC-facebookIsso não é uma defesa da “inação”, existe uma teologia do trabalho que permeia a Bíblia e que vai influenciar o pensamento cristão, das manifestações pós-apostólicas ao início do capitalismo moderno e sua relação com a ética protestante.

Provérbios manda o preguiçoso ir ter umas aulas com a formiga (Provérbio 6:6) e Paulo diz aos tessalonicenses que quem não quer trabalhar deveria também não comer (2 Ts 3:10). Deus é apresentado trabalhando logo no início da  sua obra, e Jesus afirmou que assim como Deus, Ele também trabalhava (João 5:17). É verdade que certa teologia viu no trabalho uma maldição por causa da queda, mas o problema veio do incremento de dificuldade e não do trabalho em si.

De todo modo, mesmo reconhecendo o valor do trabalho, devemos aprender com o Kohelet que ele, assim como as outras coisas de nossa vida terrena, produz resultados transitórios.  O princípio aí é o de evitar uma visão exagerada do trabalho. Fazer dele o fim (quando é um meio) de nossa vida. Workaholics, as pessoas viciadas em trabalho, nem sempre aproveitam seus frutos. O excesso de trabalho, ou o excesso de preocupação com ele, produz mais frutos negativos que positivos (Ecl 2:23).

O importante é que tenhamos uma relação saudável com o trabalho, pensando sempre que ele deve ocupar seu tempo apropriado na nossa vida. Pois muito do desejo relacionado às realizações vêm de um sentimento de “ansiedade pela eternidade” (Ecl 3:11). Por isso muitos empreenderam obras pensando na sua permanência. Algumas realmente sobrevivem muitas gerações, mas mesmo esses encontrarão seu “acaso”.

Você deve encarar o trabalho pelo que ele é. E em lugar de “maldição”, o trabalho passa a ser visto como um presente!

Afinal de contas, tudo o que fazemos deve ser feito para a glória de Deus (1 Co 10:31).

Não é o que eu ganho, mas o que eu não perco no processo!

“Descobri também que poder comer, beber e ser recompensado pelo seu trabalho, é um presente de Deus”. Eclesiastes 3:13.

Isaías Oliveira é membro na IBBR.
Escreve para o blog semanalmente.

A opinião expressa neste blog é responsabilidade do autor.

Ingressos para Costela Fogo de Chão na IBBR já estão à venda

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Você já pode garantir o seu ingresso na Central IBBR, com um líder de célula ou na Secretaria IBBR durante a semana.

Algumas instruções importantes:

- Fique atento ao horário do seu convite!

- Marmita: somente para o horário das 12h.

- Prazo para venda: até dia 22 de novembro. Retorne os ingressos não vendidos na Central IBBR.

- MEIA entrada – R$ 15,00: 7 a 10 anos

Deus abençoe!

Qualquer dúvida, entre em contato com Giane Grochowicz | 3077-7749.

JOB POST COSTELA